No dia 14 de fevereiro, às 19h, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) do Brasil realizará uma votação simbólica para eleger o ministro Nunes Marques como novo presidente da Corte eleitoral.
Neste momento, Nunes Marques ocupa a posição de vice-presidente, e sua nomeação ocorrerá após a atual presidente, ministra Cármen Lúcia, encerrar seu mandato no final de maio. O cargo de vice-presidente será assumido pelo ministro André Mendonça.
Transição de Gestão no TSE
A escolha é considerada simbólica porque segue a regra de antiguidade entre os ministros que também fazem parte do Supremo Tribunal Federal (STF). A ministra Cármen Lúcia, visando facilitar a transição de gestão, decidiu antecipar sua saída, apesar de poder continuar na Corte até agosto. Ela já deixou claro seu desejo de se concentrar em suas atividades no Supremo.
Sobre Nunes Marques
Kassio Nunes Marques, natural de Teresina (PI) e com 53 anos, foi indicado ao Supremo em 2020 pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. Antes de sua nomeação, ele atuou como desembargador no Tribunal Regional Federal da 1ª Região e também foi juiz do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Piauí. Sua carreira inclui 15 anos como advogado, tornando-o uma figura com vasta experiência no âmbito jurídico.
Composição do Tribunal
O TSE é formado por sete ministros: três do STF, dois do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e dois advogados indicados pelo presidente da República, junto de seus respectivos substitutos. Após a saída de Cármen Lúcia, a nova composição do tribunal contará com Nunes Marques, André Mendonça e Dias Toffoli como representantes do STF, enquanto as cadeiras do STJ serão ocupadas por Antonio Carlos Ferreira e Ricardo Villas Bôas Cueva, e os juristas Floriano de Azevedo Marques e Estela Aranha completarão a formação.



