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Hapvida abre as portas de clínica para Lomittas com inclusão

Hapvida abre as portas de clínica para Lomittas com inclusão

Manaus – No Dia das Mães, a influenciadora Lomittas recebeu uma homenagem especial e, em seguida, foi convidada pela rede Hapvida para conhecer uma de suas unidades focadas no Transtorno do Espectro Autista (TEA). Localizada no bairro Vieiralves, a clínica oferece um ecossistema completo de terapias voltadas para o desenvolvimento infantil, proporcionando uma visão detalhada sobre seu funcionamento, estrutura e os desafios enfrentados no tratamento.

A Estrutura da Clínica: Atendendo Necessidades do TEA

Desde o momento da chegada, o sistema de atendimento se mostra organizado. As crianças passam por terapias previamente agendadas, onde um simples check-in na recepção comunica automaticamente a sala do terapeuta, reduzindo o tempo de espera.<\/p>

Durante a visita, foram destacadas áreas projetadas especificamente para atender às necessidades do TEA, como a Terapia Nutricional, que possui uma sala lúdica, destinada a ajudar crianças com seletividade alimentar. Atualmente, a clínica conta com 12 consultórios, mas a alta demanda reflete um contexto em crescimento. Somente três clínicas da rede já atendem casos de TEA, e a Hapvida está planejando expansões para acolher ainda mais pacientes.

Compromisso com o Tratamento: A Frequência Como Chave para a Evolução

Um dos momentos mais importantes da visita foi a explicação sobre a gestão do tratamento, onde o plano terapêutico é elaborado de maneira individualizada por um neurologista, respeitando as necessidades de cada paciente. Dependendo do caso, a duração do tratamento pode variar de meses a anos.

No entanto, existe uma regra essencial para garantir a evolução: a assiduidade.

Resultados Emocionantes: A Autonomia Como Meta

Ao longo do passeio, a infraestrutura da clínica foi evidenciada, incluindo salas de psicomotricidade, e ainda foram coletados depoimentos emocionantes de quem vivencia essa rotina. Em uma conversa com uma mãe nos corredores da clínica, ficou evidente a importância da persistência: após quatro anos de terapia, sua filha alcançou avanços significativos.

“Evoluiu muito, graças a Deus. Ela está escrevendo, lendo e conquistou autonomia em diversas áreas,” relatou a mãe, sorrindo de alívio e alegria ao perceber o progresso da filha.

O tour finalizou de maneira calorosa e afetiva na sala de psicomotricidade, mostrando que, por trás de toda a organização clínica e a burocracia necessária, o que realmente importa é o acolhimento, o desenvolvimento humano e a inclusão social destas crianças.

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